Colunelos do portal principal do Mosteiro de Bravães

PONTE DA BARCA (Portugal): Mosteiro de Bravães.
PONTE DA BARCA (Portugal): Mosteiro de Bravães.
PONTE DA BARCA (Portugal): Mosteiro de Bravães.
PONTE DA BARCA (Portugal): Mosteiro de Bravães.

A igreja notabiliza-se, sobretudo, pelo «(…) seu portal, voltado a ocidente, constituído por cinco arquivoltas recamadas de motivos figurativos e geométricos(…). Os colunelos que sustentam as arquivoltas encontram-se, por sua vez, esculpidos de alto a baixo – nos capitéis, nos fustes e nas bases –,sendo de referir pela sua raridade no panorama do nosso românico, as figuras humanas que aparecem em dois fustes, frente a frente.

Portal ocidental do Mosteiro de Bravães

PONTE DA BARCA (Portugal): Mosteiro de Bravães.
PONTE DA BARCA (Portugal): Mosteiro de Bravães.

A igreja notabiliza-se, sobretudo, pelo «(…) seu portal, voltado a ocidente, constituído por cinco arquivoltas recamadas de motivos figurativos e geométricos, avul­tando, depois, no tímpano, o relevo do Cristo em majestade acolitado por dois anjos. Os colunelos que sustentam as arquivoltas encontram-se, por sua vez, esculpidos de alto a baixo – nos capitéis, nos fustes e nas bases –,sendo de referir pela sua raridade no panorama do nosso românico, as figuras humanas que aparecem em dois fustes, frente a frente.»

 

Capitéis românicos no pórtico da Igreja San Martin

SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos no pórtico da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos no pórtico da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos das colunas do átrio da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos das colunas do átrio da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos das colunas do átrio da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos das colunas do átrio da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos das colunas do átrio da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos das colunas do átrio da Igreja San Martin (Séc. XII).

Capitéis românicos da Igreja de San Martin

SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).

A fachada norte da Igreja de San Martin (Séc. XII) tem alguns dos mais belos capitéis românicos que podemos admirar.

Capitéis do portal românico da Sé de Lisboa

LISBOA (Portugal): Capitéis do portal românico da Sé.
LISBOA (Portugal): Capitéis do portal românico da Sé.

A Sé, um dos monumentos medievais mais antigos de Lisboa, data da 2ª metade do séc. XII. Construída no reinado de D. Afonso Henriques, após a tomada de Lisboa aos mouros, situava-se dentro da Cerca Moura. Durante a Idade Média a Sé funcionou como um pólo de fixação religiosa, cívica e cultural. No adro e por vezes no seu interior funcionaram as reuniões dos homens-bons da assembleia municipal. Anexa, existia a Escola da Sé, que foi frequentada por Fernando de Bulhões, futuro Santo António. O Paço Episcopal situava-se no Claustro da Sé, junto ao Beco do Quebra-Costas.
O portal românico recolhido ao fundo da galilé, mostra arquivoltas semicirculares que assentam em colunelos reentrantes, deixando ver capitéis com relevos de motivos vegetalistas, geométricos e antropomórficos.

Capitéis da Sé Velha de Coimbra

COIMBRA (Portugal): Pormenor dos capiteis superiores (janelão) da sé Velha em Coimbra.
COIMBRA (Portugal): Pormenor dos capiteis superiores (janelão) da sé Velha em Coimbra.

Os capitéis, arquivoltas e jambas do portal e do janelão são abundantemente decorados com motivos românicos com influências árabes e pré-românicas.
O aspecto mais notável da decoração românica da Sé Velha é o grande número de capitéis esculpidos (cerca de 380), que a converte em um dos principais núcleos da escultura românica portuguesa. Os motivos são entrelaços geométricos e vegetalistas de influência árabe ou pré-românica, assim como quadrúpedes e aves enfrentadas. Praticamente não há representações humanas, e não ha´ nenhuma cena bíblica. A ausência de figuras humanas é, talvez, consequência de os artistas serem moçárabes (cristãos arabizados) que se haviam estabelecido em Coimbra no século XII.

Arquivoltas do portal da Sé Velha de Coimbra

COIMBRA (Portugal): Arquivoltas do portal da Sé Velha
COIMBRA (Portugal): Arquivoltas do portal da Sé Velha

Destaca-se a profusão de capitéis decorados com temas vegetalistas e animalistas, no que constitui o mais rico programa iconográfico do Românico português. Alguns capitéis mostram influências islâmicas, outros são semelhantes aos do claustro de Saint – Sernin de Toulouse e das escolas de Saintonge e Poitou.

Detalhe de escultura românica

FAFE (Portugal): Detalhe de escultura da igreja românica de S. Romão de Arões.
FAFE (Portugal): Detalhe de escultura da igreja românica de S. Romão de Arões.

A escultura e a pintura românicas não se propunham à representação fiel da natureza. Tendiam, antes, a uma generalização dos traços e ao expressionismo, por enfatizarem os estados psicológicos e por darem tratamento exagerado a certos aspectos da fé, de modo a realçar as representações de interesse doutrinário, como as do mal, do pecado e do inferno.

Capitéis da capela-mor da Igreja Românica de S. Romão de Arões

FAFE (Portugal): Detalhe dos capitéis da capela-mor da Igreja Românica de S. Romão de Arões
FAFE (Portugal): Detalhe dos capitéis da capela-mor da Igreja Românica de S. Romão de Arões

A capela-mor de planta rectangular, que apresenta nos panos murários vestígios de pintura mural, divide-se em dois tramos cobertos por abóbada de pedra apoiada em grossas colunas com capitéis ornados com motivos românicos como aves bebendo num vaso comum e animais devorantes.