Interior do zimbório da catedral de Barcelona

BARCELONA (Espanha): Interior do zimbório da catedral.
BARCELONA (Espanha): Interior do zimbório da catedral.

O zimbório, desenhado pelo arquitecto August Font e Carreiras, tem uma altura de 70 metros e foi construído entre os anos 1906 e 1913. O coroamento exterior do zimbório conclui com a imagem de Santa Elena, mãe de Constantino, que segundo a lenda reencontrou a Vera Cruz.

Cabeceira da catedral de Barcelona

BARCELONA (Espanha): Cabeceira da Catedral.
BARCELONA (Espanha): Cabeceira da Catedral.

As naves circulares unem-se em charola, passando por trás do presbitério e formando um arco semicircular, onde se alojam novas capelas; acima destas capelas temos grandes vitrais e um falso trifório de onde se pode ver as chaves de volta a uma distância de uns três metros.
Em baixo, o altar-mor consagrado no ano 1337 pelo bispo Ferrer Abeja (1335-1344). Ao fundo e a altura média das colunas centrais pode-se ver a imagem da exaltação da Cruz rodeada por seis anjos, do escultor Frederic Marinho e Deulovol, realizada no ano 1976.

Cripta de Santa Eulália

BARCELONA (Espanha): Cripta de Santa Eulália, padroeira de Barcelona (Catedral).
BARCELONA (Espanha): Cripta de Santa Eulália, padroeira de Barcelona (Catedral).

A cripta encontra-se situada debaixo do presbitério da catedral de Barcelona e a sua construção deve-se a Jaume Fabré, em princípios do século XIV.
A sua entrada é feita por uma ampla escada debaixo de um arco quase plano, ornado ao centro com o retrato de um bispo, que parece ser Ponç de Gualba, sob o mandato do qual se construiu esta cripta, e ao seu redor grupos de pequenas cabeças de personagens da época.
A cripta está dividida em doze arcos que vão todos convergir a uma grande chave de volta central, que representa a Mãe de Deus com o Menino Jesus que lhe coloca o diadema do martírio a Santa Eulália. Foi acabada no ano 1326, ainda que a transladação dos restos da santa se tenha feito apenas em 1339.
O sarcófago de alabastro, do escultor Lupo dei Francesco, encontra-se exposto a seguir à mesa do altar, no centro da cripta, sustentado por oito colunas de estilos diferentes com capitéis coríntios dourados. A tampa e os lados do sarcófago estão preenchidos com cenas do martírio de Santa Eulália. Nos quatro ângulos superiores há anjos-luz e ao centro uma Virgem com Menino. Na parede do fundo, guarda-se o seu antigo sepulcro do século IX, junto com uma inscrição do ano 877 sobre o achado das relíquias. A transcrição das placas diz o seguinte: Aqui repousa Santa Eulália, mártir de Cristo, que sofreu na cidade de Barcelona, sob a presidência de Dacia, no dia segundo dos idos de fevereiro e foi encontrada pelo bispo Frodoí, na igreja de Santa Maria o (…) das calendas de novembro. A Deus obrigado.

A presença de uma cripta não é habitual nas catedrais góticas, mas considera-se que em Barcelona optou-se por manter a organização da catedral românica, que tinha no mesmo lugar a cripta com o sepulcro de santa Eulália.

Fonte: Wikipedia

Rosácea da igreja de Santa Maria de Baiona

BAIONA (Espanha): Rosácea românica da igreja de Santa Maria.
BAIONA (Espanha): Rosácea românica da igreja de Santa Maria.

Os vitrais da rosácea são já de um período muito mais recente. Destaque para a caravela “Pinta”, o primeiro dos barcos de Cristóvão Colombo, capitaneada por Martín Alonso Pinzón, a regressar à Europa.

Interior da Igreja de Santa Maria de Baiona

BAIONA (Espanha): Interior da Igreja de Santa Maria de Baiona.
BAIONA (Espanha): Interior da Igreja de Santa Maria de Baiona.

Apesar de ter sido erguida na segunda metade do século XII, foi quase totalmente reconstruída no século XIV, daí que aquilo que apreciamos hoje é um estilo românico de transição ou românico-ogival com influências cistercienses, já que foram os monges cistercienses do mosteiro de Oia que terminaram a sua construção. A sua planta é basilical em cruz latina, com três naves que rematam em três absides. O altar-mor é barroco (1726), obra de Antón del Villar.

Igreja de Santa Maria de Baiona

BAIONA (Espanha): Igreja de Santa Maria de Baiona.
BAIONA (Espanha): Igreja de Santa Maria de Baiona.

De aspecto fortificado e estilo românico de transição, a Igreja de Santa María de Baiona construiu-se no século XIII e foi considerada Colegiata desde 1482 a 1850.
Está dividida em três naves, com os seus correspondentes pórticos rectangulares. A nave principal lembra o estilo cisterciense do mosteiro de Santa María de Oia. Dois pilares envolvem a porta da fachada, formada por três pares de colunas, tímpano liso e espirais. As janelas são românicas e possui na fachada uma bonita rosácea românica. Em 1841 deslocaram para o átrio vários cruzeiros de diferentes estilos dispersos pelas ruas da vila.

Zimbório da catedral de Burgos

BURGOS (Espanha): Zimbório da catedral.
BURGOS (Espanha): Zimbório da catedral.

O majestoso zimbório da catedral de Burgos data do século XVI e é da autoria de Juan de Vallejo. O seu traçado é octogonal com dois pisos suportados por quatro gigantescos pilares, rematados no exterior por quatro agulhas espectaculares. Os seus numerosos pináculos e capitéis são de estilo plateresco. Por debaixo do zimbório encontra-se o túmulo de Rodrigo Diaz de Vivar – el Cid – e de sua esposa Jimena.

Tímpano da porta da “Coronería” na Catedral de Burgos

BURGOS (Espanha): Tímpano da porta da "Coronería" na Catedral
BURGOS (Espanha): Tímpano da porta da "Coronería" na Catedral

Porta de “Coronería”, ou Cordelería, ou Alta, ou dos Apóstolos. Foi terminada em 1250 e é da autoria de mestre Enrique. No tímpano está representado o Juízo Final, com Cristo no trono rodeado pela Virgem Maria e São João Baptista. Na parte inferior está S. Miguel a pesar as almas e a separar os justos dos condenados. O tímpano é rodeado por três arquivoltas com anjos e outras representações do Juízo Final.

Gárgula na catedral de Burgos

BURGOS (Espanha): Gárgula na catedral
BURGOS (Espanha): Gárgula na catedral

As gárgulas, na arquitetura, são desaguadouros, ou seja, são a parte saliente das calhas de telhados que se destina a escoar águas pluviais a certa distância da parede e que, especialmente na Idade Média, eram ornadas com figuras monstruosas, humanas ou animalescas, comummente presentes na arquitetura gótica. O termo tem origem no francês gargouille, que vem de gargalo ou garganta, em Latim gurgulio, gula.

Fonte: Wikipedia

Galeria dos Reis na catedral de Burgos

BURGOS (Espanha): Galeria dos Reis na fachada principal da Catedral.
BURGOS (Espanha): Galeria dos Reis na fachada principal da Catedral.

A “Galeria dos Reis”, situada por cima da rosácea da fachada principal, mostra-nos oito estátuas de reis coroados, de grande riqueza escultórica. Estes, estão enquadrados por arcos agudos com quadrifólios.
As opiniões dividem-se sobre quem representam estas figuras. Alguns autores identificam-nos como reis castelhanos, anteriores a Fernando III, o Santo. Outros, relacionam-nos com figuras bíblicas ligadas à Virgem Maria.