Pórtico principal da Igreja de São Vicente Mártir

FELGUEIRAS (Portugal): Pórtico principal da Igreja de São Vicente Mártir (matriz de Sousa).
FELGUEIRAS (Portugal): Pórtico principal da Igreja de São Vicente Mártir (matriz de Sousa).

Apresenta características do românico final. O pórtico principal, encaixado em corpo avançado ligeiramente gabletado, tem arco de quatro arquivoltas ornamentadas, a exterior com curiosos elementos estrelados.

Tímpano do portal da Igreja de São Vicente Mártir com uma cruz vazada
Tímpano do portal da Igreja de São Vicente Mártir com uma cruz vazada.

Igreja de São Vicente Mártir

FELGUEIRAS (Portugal): Igreja de São Vicente Mártir (matriz de Sousa).
FELGUEIRAS (Portugal): Igreja de São Vicente Mártir (matriz de Sousa).

Segundo uma inscrição existente foi consagrada a S. Vicente em 1214. Apresenta características do românico final. Planta simples com corpo composto de nave única separada da capela-mor por grande arco triunfal.

FELGUEIRAS (Portugal): Igreja de São Vicente Mártir (matriz de Sousa).
FELGUEIRAS (Portugal): Igreja de São Vicente Mártir (matriz de Sousa).

O pórtico principal tem quatro arquivoltas perfeitas assentes em colunas com bases e capitéis profusamente decorados com motivos geométricos e fitomórficos, ostentando o tímpano Cruz de Malta esculpida, sobrepujado por rosácea formada por círculos polilobados.

Claustro da Catedral de Toledo

TOLEDO (Espanha): Claustro da Catedral.
TOLEDO (Espanha): Claustro da Catedral.

O claustro foi construído no antigo bairro judeu devido à iniciativa do bispo Pedro Tenorio. Reza a lenda que foi ateado intencionalmente fogo ao bairro para poder construir o claustro.
A sua construção iniciou-se em 1389. Tem planta quadrada com cinco arcos apontados em cada cruzaria.

TOLEDO (Espanha): Claustro da Catedral.
TOLEDO (Espanha): Claustro da Catedral.

Não existindo ordem monástica na Catedral, o claustro teve várias funções; desde armazém, local de reunião e até mercado (recuperando as funções que o espaço tinha na antiga judiaria).

Capela de Santiago – Catedral de Toledo

TOLEDO (Espanha): Capela de Santiago, na Catedral.
TOLEDO (Espanha): Capela de Santiago, na Catedral.

É a maior e talvez mais importante capela da catedral. Foi fundada por D. Álvaro de Luna (1390-1453), Condestável de Castela, como panteão familiar.
A capela é em estilo gótico flamejante, obra de Hanequin de Bruxelas. No centro, os túmulos de D. Alvaro de Luna (que morreu decapitado em Valladolid), rodeado de cavaleiros da ordem de Santiago, e o de sua esposa, rodeado de frades franciscanos. O retábulo central é do século XV, obra de Sancho de Zamora. A escultura de Santiago é de Juan de Segovia. Lateralmente temos os túmulos de filhos e outras personagens ligadas à família.

Deambulatório da catedral de Toledo

TOLEDO (Espanha): Deambulatório da catedral.
TOLEDO (Espanha): Deambulatório da catedral.

Na cabeceira encontra-se o duplo deambulatório que corresponde a uma planta de cinco naves. Este duplo deambulatório é de proporções grandiosas e está enriquecido por diversos elementos arquitetónicos e uma abóbada original. Os tramos do deambulatório correspondem às distintas capelas com plantas alternadas de retângulos e triângulos, o que faz com que as capelas tenham tamanhos diversos .
As capelas maiores e menores concebidas no projeto de Rodrigo Ximénez de Rada rodeavam nas suas origens a cabeceira da catedral. Algumas desapareceram e outras foram ampliadas ou redimensionadas. Das capelas menores só permanecem as de Santa Ana e Sâo Gil. Das maiores, conservam-se com elementos da primeira época as de S. João Batista e Santa Leocádia. Alteradas na ornamentação estão a capela dos Reis Velhos e Santa Lúcia. Todas as outras foram modificadas ou já desapareceram.

Retábulo da capela-mor da catedral de Toledo

TOLEDO (Espanha): Retábulo da capela-mor da catedral.
TOLEDO (Espanha): Retábulo da capela-mor da catedral.

É um retábulo gótico, uma das últimas manifestações desta arte que desaparecia para dar passagem ao Renascimento. A obra teve início em 1497 e ficou terminada em 1504. Na sua feitura, ordenada pelo cardeal Cisneros, estiveram envolvidos vários arquitetos, pintores e escultores, naquilo que resultou numa autêntica obra-prima coletiva.
O retábulo conta com uma importante estatuária e com uma magnífica filigrana.

 

Nave lateral da catedral de Toledo

TOLEDO (Espanha): nave lateral da catedral.
TOLEDO (Espanha): nave lateral da catedral.

Desde 1087, a mesquita principal de Toledo deu lugar à nova catedral de Santa Maria. Foi necessário mais de um século para esta se começar a transformar na grande obra gótica atual. A decisão de construção deve-se ao bispo Jiménez de Rada, muito viajado por França, e que queria deixar em Toledo uma obra grandiosa à moda europeia. A construção das naves avançou no século XIV, dando lugar a um amplo templo com cinco naves. As colunas de separação das naves são cilíndricas, com oito semicolunas adossadas.