Convento de Cristo

TOMAR (Portugal): Convento de Cristo
TOMAR (Portugal): Convento de Cristo

O Convento de Cristo, em Tomar, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1162 pelo Grão-Mestre dos Templários, dom Gualdim Pais o Convento de Cristo ainda conserva recordações desses monges cavaleiros e dos herdeiros do seu cargo, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede.
A estrutura espacial do Convento de Cristo é o resultado de sucessivas etapas construtivas. O primitivo núcleo era formado pelas muralhas do castelo e santuário dos templários. O templo, feito em forma de um polígono de dezasseis lados, com aspecto exterior de fortaleza, inspirado nos modelos orientais vistos pelos cavaleiros durante as cruzadas, segue o protótipo da Ermida de Omar (Jerusalém), modelo aplicado também nas capelas de Eunate (Navarra) e Vera Cruz (Segóvia).
A charola primitiva foi transformada na capela-mor da igreja que lhe foi adossada em forma de nave no séc. XVI. Suprimiram-se-lhe então duas faces do polígono da rotunda.
A arquitectura partilha traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos.

Igreja da Misericórdia em Pinhel

PINHEL (Portugal): Igreja da Misericórdia.
PINHEL (Portugal): Igreja da Misericórdia.

A Igreja da Misericórdia de Pinhel, contígua à Igreja de São Luís, terá sido construída no século XVI, já que a data de 1537 encontra-se gravada no altar da capela lateral. Na mesma altura é fundada a Santa Casa da Misericórdia de Pinhel.
A Igreja, de arquitectura religiosa manuelina, é constituída por uma nave única com tribunas laterais simétricas e capela-mor, e um janelão setecentista na fachada.
Em 1810, nas invasões francesas a Portugal, as tropas francesas destruíram o cartório da Misericória e saquearam a Igreja.

Fonte: Wikipedia

Catedrais de Salamanca

SALAMANCA (Espanha): Catedrais.
SALAMANCA (Espanha): Catedrais.

Salamanca é um dos poucos lugares do mundo católico que tem duas catedrais. Várias igrejas, sim, mas duas catedrais não costuma acontecer. A catedral velha está a par da catedral nova, no bairro antigo da cidade espanhola. De estilo gótico, levaram quase dois séculos em construí-la: desde o séc. XVI até XVIII. Integra-se muito bem com o resto do centro velho de Salamanca, a sua universidade centenária, e as suas ruas cheias das conchas douradas que orientam os peregrinos de Santiago.

Zimbório da Catedral de Salamanca

SALAMANCA (Espanha): Zimbório da Catedral.
SALAMANCA (Espanha): Zimbório da Catedral.

As abóbadas da catedral são estreladas e no cruzeiro eleva-se um magnífico zimbório encimado por uma cúpula semiesférica, já barroca, assente sobre pendentes. O conjunto é composto por um tambor cilíndrico oitavado, com amplas janelas, finalizado por Juan Sagarbinaga, em 1765.

Transepto da catedral de Salamanca

SALAMANCA (Espanha): Transepto da catedral "Nova".
SALAMANCA (Espanha): Transepto da catedral "Nova".

Iniciou-se a construção da Catedral Nova, adossada à Velha, em 1513 e só foi inaugurada em 1733. Assim, a sua construção iniciou-se em estilo gótico e apesar de manter alguma unidade estilistica sofreu influências de outros estilos como o renascentista e barroco.
É uma igreja de planta rectangular, de três naves, com várias capelas laterais entre os contrafortes. As abóbadas são estreladas e no cruzeiro eleva-se um magnífico zimbório finalizado por Juan Sagarbinaga, em 1765.

Interior da Igreja de Santa Maria del Mar

BARCELONA (Espanha): Interior da Igreja de Santa Maria del Mar (Séc. XIV).
BARCELONA (Espanha): Interior da Igreja de Santa Maria del Mar (Séc. XIV).

É o exemplo mais emblemático e depurado do gótico catalão. Interiormente é um edifício de três naves, com deambulatório, sem cruzeiro. As naves têm quatro tramos todas cobertas com abóbadas de cruzaria de ogivas, coroadas com magníficas chaves. Apesar das três naves, a sensação que transmite é de um espaço único, devido à distância dos pilares e à relação existente entre as naves laterais e a central.
A nave central é iluminada pelos óculos abertos entre as galerias da nave central e as laterais. As naves laterais são iluminadas com janelas entre os tramos. Na charola podem-se ver os pilares prismáticos e as chaves policromadas da nave central.
A austeridade conseguida é impressionante, com as paredes lisas e com as colunas octogonais limpas de qualquer elemento decorativo.
Infelizmente, muita da austeridade decorativa no interior da igreja é também fruto das destruições ocorridas durante a Guerra Civil.

Igreja de Santa Maria del Mar

BARCELONA (Espanha): Igreja de Santa Maria del Mar (Séc. XIV).
BARCELONA (Espanha): Igreja de Santa Maria del Mar (Séc. XIV).

A primeira pedra da igreja foi lançada a 25 de maio de 1329 sobre as fundações de igrejas anteriores pelo rei Afonso IV de Aragão, o Benigno. Tal fato é atestado por uma placa comemorativa localizada numa das fachadas do edifício. Os primeiros mestres da obra foram Berenguer de Montagut (o desenhador principal do edifício) e Ramón Despuig. As paredes, fachada e capelas estavam terminadas por volta de 1350, e as abóbadas do interior foram terminadas em 1383, o que permitiu a dedicação definitiva do templo a 15 de agosto de 1384.
Na construção da igreja, foram muito ativos os burgueses, guildas e trabalhadores do bairro da Ribera, que contribuíram com financiamento e também com trabalho gratuito. Assim, a imponente igreja testemunha o florescimento da zona da Ribera ao longo dos séculos XIII e XIV.
Ao longo dos séculos a igreja foi decorada com muitos altares que terminaram destruídos num incêndio em 1939.

Wikipedia

Rosácea da igreja de Santa Maria del Pi

BARCELONA (Espanha): Rosácea da igreja de Santa Maria del Pi.
BARCELONA (Espanha): Rosácea da igreja de Santa Maria del Pi.

A rosácea ao centro da fachada principal tem um diâmetro de cerca de 10m. Foi totalmente reconstruída em 1940, depois do incêndio que esta igreja sofreu em 1936.

Nave central da igreja de Santa Maria del Pi

BARCELONA (Espanha): Nave central da igreja de Santa Maria del Pi.
BARCELONA (Espanha): Nave central da igreja de Santa Maria del Pi.

A planta da igreja é de uma só nave com sete tramos rectangulares, abóbada de cruzaria e capelas laterais entre os contrafortes. O comprimento interior da nave é de 54 metros, a largura é de 16,50 metros e de altura 27 metros.

O incêndio de 1936 reduziu a cinzas o altar e muito do recheio da igreja. O altar atual é uma mesa de alabastro do arquiteto Joaquim de Ros i de Ramis. Foi inaugurado em 1967. No final do presbitério, onde outrora havia uma porta de entrada para o templo, é o sacrário. A imagem que preside à capela-mor é do ano de 1973, representa Santa Maria del Pi e deve-se ao escultor Enric Monjo. Tem uma altura de 3,30 metros.

Igreja de Santa Maria del Pi

BARCELONA (Espanha): Igreja de Santa Maria del Pi.
BARCELONA (Espanha): Igreja de Santa Maria del Pi.

A construção da igreja atual teve início no século XIV, sendo o estilo desta igreja o gótico no seu estado puro. Possui uma só nave com capelas laterais e é praticamente despojada de quaisquer ornamentos.
A fachada principal tem ao centro uma grande rosácea, com um diâmetro de cerca de 10m, totalmente reconstruída em 1940, depois do incêndio que esta igreja sofreu em 1936, fruto das atribulações da guerra civil.