A Catedral de Santa Maria de Segóvia, conhecida como a Dama das Catedrais, devido às suas dimensões e à sua elegância, é uma catedral construída entre os séculos XVI e XVIII, de estilo gótico com traços de renascentismo. Juntamente com a Catedral Nova de Salamanca, é a montra do gótico mais tardio em Espanha.
A igreja de San Román foi um templo mudéjar consagrado no ano de 1221. Como se pode ver na imagem, são bem visíveis os arcos em ferradura, testemunhos da forte influência moçárabe na cidade.
A igreja de San Andrés encontra-se situada no centro histórico de Segóvia, próxima da catedral. É uma igreja românica do século XII que possui uma impressionante fachada e na qual sobressaem a sua torre mudéjar, de quatro pisos em ladrilho, e as absides junto a ela. É assim no exterior que se concentram os seus elementos mais interessantes.
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos no pórtico da Igreja San Martin (Séc. XII)
Destaca-se o seu pórtico que envolve a igreja até à cabeceira. Este alpendre é constituido com arcos de volta perfeita que assentam em colunas com magníficos capitéis românicos.
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).
A fachada norte da Igreja de San Martin (Séc. XII) tem alguns dos mais belos capitéis românicos que podemos admirar.
A Igreja de San Martin localiza-se no centro histórico da cidade de Segóvia. A sua origem remonta ao século XII, sendo a construção em estilo românico, com influências moçárabes.
A fachada norte tem alguns dos mais belos capitéis românicos que podemos admirar.
SEGÓVIA (Espanha): Torre do campanário da igreja de San Martin.
A torre do campanário é em estilo românico mudéjar, com arcos de ladrilho sobre colunas de pedra.
Salamanca é um dos poucos lugares do mundo católico que tem duas catedrais. Várias igrejas, sim, mas duas catedrais não costuma acontecer. A catedral velha está a par da catedral nova, no bairro antigo da cidade espanhola. De estilo gótico, levaram quase dois séculos em construí-la: desde o séc. XVI até XVIII. Integra-se muito bem com o resto do centro velho de Salamanca, a sua universidade centenária, e as suas ruas cheias das conchas douradas que orientam os peregrinos de Santiago.
As abóbadas da catedral são estreladas e no cruzeiro eleva-se um magnífico zimbório encimado por uma cúpula semiesférica, já barroca, assente sobre pendentes. O conjunto é composto por um tambor cilíndrico oitavado, com amplas janelas, finalizado por Juan Sagarbinaga, em 1765.
SALAMANCA (Espanha): Transepto da catedral "Nova".
Iniciou-se a construção da Catedral Nova, adossada à Velha, em 1513 e só foi inaugurada em 1733. Assim, a sua construção iniciou-se em estilo gótico e apesar de manter alguma unidade estilistica sofreu influências de outros estilos como o renascentista e barroco.
É uma igreja de planta rectangular, de três naves, com várias capelas laterais entre os contrafortes. As abóbadas são estreladas e no cruzeiro eleva-se um magnífico zimbório finalizado por Juan Sagarbinaga, em 1765.
BARCELONA (Espanha): Interior da Igreja de Santa Maria del Mar (Séc. XIV).
É o exemplo mais emblemático e depurado do gótico catalão. Interiormente é um edifício de três naves, com deambulatório, sem cruzeiro. As naves têm quatro tramos todas cobertas com abóbadas de cruzaria de ogivas, coroadas com magníficas chaves. Apesar das três naves, a sensação que transmite é de um espaço único, devido à distância dos pilares e à relação existente entre as naves laterais e a central.
A nave central é iluminada pelos óculos abertos entre as galerias da nave central e as laterais. As naves laterais são iluminadas com janelas entre os tramos. Na charola podem-se ver os pilares prismáticos e as chaves policromadas da nave central.
A austeridade conseguida é impressionante, com as paredes lisas e com as colunas octogonais limpas de qualquer elemento decorativo.
Infelizmente, muita da austeridade decorativa no interior da igreja é também fruto das destruições ocorridas durante a Guerra Civil.