Janela do Capítulo no Convento de Cristo

TOMAR (Portugal): Convento de Cristo (Janela do Capítulo).
TOMAR (Portugal): Convento de Cristo (Janela do Capítulo).

A janela do Capítulo do Convento, mais tarde imitada para o Palácio da Pena, foi encomendada por D. Manuel I e desenhada por Diogo de Arruda. É o mais conhecido exemplo de arquitectura manuelina, magnificamente decorada no exterior, que é a imagem mais representativa da exuberância da estética manuelina, ilustrativa do naturalismo exótico e do uso de pormenores marítimos, possui no intradorso colunelos a imitar troncos podados, encimados por arco polilobado com florões onde se encaixa aro torso; o enquadramento, em alto-relevo, inicia-se inferiormente com um tronco desenraizado carregado por figura masculina barbada, que se subdivide em 2 frisos de onde se elevam 2 colunas recamadas de folhagem e corolas, atadas por grossos cordões com nós e ladeadas inferiormente por 2 pequenos nichos vegetalistas desabitados e superiormente por duas esferas armilares atadas a segmentos curvos de folhagem; sobre o vão da janela sobrepõe-se grosso arco polilobado recamado de folhas onde se encaixam 2 aros torsos rematados inferiormente por florões, e cujos segmentos superiores se enroscam; remata a composição escudo real encimado por cruz da Ordem de Cristo sobre pano de muro esquadriado.

Igreja de Vera Cruz

SEGÓVIA (Espanha): Igreja românica de Vera Cruz.
SEGÓVIA (Espanha): Igreja românica de Vera Cruz.

A igreja de Vera Cruz, do século XIII, anteriormente designada de Santo Sepulcro, situa-se a norte da cidade de Segóvia, junto ao bairro de São Marcos.
Tem uma planta dodecagonal, com uma nave circular que gira em redor de uma edícula, um pouco à semelhança da charola do convento de Cristo em Tomar. Pelo tipo de planta, a sua construção foi atribuída aos templários. Atualmente julga-se que foi a Ordem do Santo Sepulcro de Jerusalém que a mandou construir como encomenda da colegiada de Toro (Zamora).

Portal gótico da Sé de Viseu

VISEU (Portugal): Portal gótico da Sé de Viseu
VISEU (Portugal): Portal gótico da Sé de Viseu

O lindo portal do período de transição românico-ogival, cuja restauração está hoje concluída, é formado por doze arquivoltas, que numa suave elegância nascem, aos grupos de duas, do ábaco simples. Quatro colunas de fustes cilíndricos lisos sustentam, de cada lado, as ogivas. Os capitéis representam aves brincando e beijando-se, num desenho ingénuo, como que estilizado. É o simbolismo do amor ! As bases são ornamentadas de fitas entrelaçadas. Rematando o portal, na parte superior, foi descoberto, também, um pequeno nicho com uma escultura de granito muito primitiva (séc. XII), representando a Virgem com o Menino no regaço, dum sentimento simples e calmo.

Capitéis românicos no pórtico da Igreja San Martin

SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos no pórtico da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos no pórtico da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos das colunas do átrio da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos das colunas do átrio da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos das colunas do átrio da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos das colunas do átrio da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos das colunas do átrio da Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos das colunas do átrio da Igreja San Martin (Séc. XII).

Pórtico da igreja de San Martin

SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos no pórtico da Igreja San Martin (Séc. XII)
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos no pórtico da Igreja San Martin (Séc. XII)

Destaca-se o seu pórtico que envolve a igreja até à cabeceira. Este alpendre é constituido com arcos de volta perfeita que assentam em colunas com magníficos capitéis românicos.

Capitéis românicos da Igreja de San Martin

SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Capitéis românicos da Igreja de San Martin (Séc. XII).

A fachada norte da Igreja de San Martin (Séc. XII) tem alguns dos mais belos capitéis românicos que podemos admirar.

Igreja de S. Martin

SEGÓVIA (Espanha): Igreja San Martin (Séc. XII).
SEGÓVIA (Espanha): Igreja San Martin (Séc. XII).

A Igreja de San Martin localiza-se no centro histórico da cidade de Segóvia. A sua origem remonta ao século XII, sendo a construção em estilo românico, com influências moçárabes.

A fachada norte tem alguns dos mais belos capitéis românicos que podemos admirar.

SEGÓVIA (Espanha): Torre do campanário da igreja de San Martin.
SEGÓVIA (Espanha): Torre do campanário da igreja de San Martin.

A torre do campanário é em estilo românico mudéjar, com arcos de ladrilho sobre colunas de pedra.

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Interior da Sé da Guarda

GUARDA (Portugal): Interior da Sé Catedral.
GUARDA (Portugal): Interior da Sé Catedral.

As naves têm cinco tramos, formando arcada de volta perfeita, assente em pilares com colunas adossadas, aos quais se adossam as colunas de fuste liso que descarregam o peso dos arcos formeiros, de perfil apontado, que dividem as abóbadas, em cruzaria de ogivas, com bocetes ornados por motivos fitomórficos; sobre as arcadas da nave central, rasga-se o clerestório em arco de volta perfeita; pavimento em lajeado de granito, possuindo 134 lajes sepulcrais. A parede fundeira é rasgada por duas capelas, que se situam na base das torres, a do lado da Epístola funcionando como baptistério, ambas de planta poligonal e com acesso por arco levemente apontado, com arquivolta toreada assente em colunas de fuste liso, sobre altas bases com toros e escócias, apresentando capitéis ornados por esferas; ambas estão protegidas por grades metálicas, com o interior de pavimento lajeado e coberturas em abobadas polinervadas, com vários bocetes ornados por elementos fitomórficos.
Na capela-mor conserva-se o imponente retábulo escultórico maneirista, da autoria de João de Ruão.